31 de março de 2010
Vendas de supermercados têm alta anual de 6,73% em fevereiro
SÃO PAULO, 31 de março (Reuters) - As vendas reais dos supermercados brasileiros subiram 6,73 por cento em fevereiro na comparação com o mesmo mês em 2009, informou nesta quarta-feira a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras).
Em relação a janeiro deste ano, porém, as vendas do setor recuaram 6,27 por cento.
Nos dois primeiros meses do ano, as vendas reais subiram 7,67 por cento ante o mesmo intervalo do ano passado.
A entidade também apresentou os dados da cesta AbrasMercado, composta por 35 produtos e calculada pela GfK, que em fevereiro teve alta de 1,67 por cento ante o primeiro mês de 2010.
Já na comparação anual, a cesta teve alta de 3,2 por cento, passando de 259,94 reais em fevereiro de 2009 para 268,25 reais.
(Por Vivian Pereira)
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FONTE: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE62U06S20100331
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30 de março de 2010
Inflação pelo IGP-M desacelera em março para 0,94%
SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) desacelerou a alta em março para 0,94 por cento ante 1,18 por cento em fevereiro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), nesta terça-feira.
As projeções apuradas pela Reuters com 17 instituições financeiras variavam de alta de 0,86 a 1,05 por cento, com mediana em 0,91 por cento.
O Índice de Preços por Atacado (IPA) avançou 1,07, após alta de 1,42 por cento em fevereiro.
O IPA agrícola teve aumento de 3 por cento neste mês, ante elevação anterior de 0,64 por cento. O IPA industrial registrou acréscimo de 0,46 por cento, seguindo a variação positiva de 1,67 por cento no mês passado.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,83 por cento em março, ante variação positiva de 0,88 por cento em fevereiro.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) verificou alta de 0,45 por cento, contra aumento anterior de 0,35 por cento.
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FONTE: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE62T03120100330
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26 de março de 2010
CNI vê indústria mais otimista com exportação, ociosidade menor
O indicador das expectativas para a demanda caiu para 66,1 pontos, contra 66,2 pontos em fevereiro. O indicador da quantidade exportada aumentou para 54,6 pontos, ante patamar anterior de 53,5 pontos.
Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100, e valores acima de 50 pontos indicam expectativa positiva.
Segundo a sondagem, em fevereiro, o indicador que mede o uso da capacidade instalada em relação ao nível usual do mês aumentou para 48,9 pontos, frente a 48,3 pontos em janeiro. Apesar da alta, o número permanece abaixo dos 50 pontos, indicando que o uso da capacidade instalada permaneceu abaixo dos níveis usuais do mês.
Para a CNI, isso indica que "o país ainda não superou todos os efeitos da crise externa".
Os estoques da indústria se aproximaram mais do nível planejado em fevereiro, mas também ainda estão abaixo do que a indústria gostaria. O indicador foi para 48,8 pontos, ante 48,5 pontos na sondagem anterior.
O indicador de evolução da produção aumentou para 50,8 ponto, contra 49,2 pontos em janeiro.
A pesquisa foi feita junto a 1.234 empresas entre os dias 1o e 22 de março.
(Reportagem de Isabel Versiani)
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FONTE: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE62P09J20100326
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24 de março de 2010
Cemig lucra R$434 mi no 4o tri, alta de 76%
A companhia teve lucro anual de 1,86 bilhão de reais, praticamente estável em relação ao ganho de 1,89 bilhão de reais de 2008.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou 1,1 bilhão de reais, alta de 16,6 por cento ante os três últimos meses do ano anterior. No ano, o Ebitda se manteve em cerca de 4 bilhões de reais.
A Cemig teve receita líquida de 3,37 bilhões de reais no quarto trimestre ante 2,99 bilhões de reais no terceiro trimestre e 2,75 bilhões de reais nos três últimos meses de 2008.
A empresa apurou um crescimento de 7 por cento no fornecimento de energia elétrica total no quarto trimestre em relação ao mesmo período de 2008, para 16,21 gigawatts/hora, mas o fornecimento para a indústria, principal consumidora da companhia, caiu 16 por cento na mesma comparação, para 5,89 GWh.
"O mercado já apresenta boas perspectivas para o ano de 2010 em virtude da expectativa de crescimento do PIB e do conseqüente retorno no nível de atividade da classe industrial", afirma a Cemig no balanço.
O caixa da empresa encerrou 2009 em 4,43 bilhões de reais ante 2,28 bilhões de reais em 2008.
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19 de março de 2010
BC defende criação de índice de preços de imóveis
"Temos que avançar com a criação de um indicador de preços para monitorar o mercado... é uma lacuna a ser preenchida no curto prazo," disse Tombini, em palestra a representantes do setor.
Diferente do Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mede a variação de preços de uma cesta de produtos utilizados na construção civil, o novo índice teria como objetivo medir preços de imóveis.
Mas, conforme explicou o chefe do Departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon, em vez de o BC criar o indicador, vai incentivar que o índice seja formulado por institutos de pesquisa, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) ou entidades do setor.
"Devemos ter um índice que meça o valor dos imóveis. Será um estímulo para que agentes do mercado criem esse índice", explicou Odilon.
Segundo Tombini, o setor imobiliário deve registrar a maior taxa de crescimento no mercado de crédito nos próximos anos. Por isso, é importante garantir-se agora que haja boa qualidade na originação de recebíveis imobiliários.
O objetivo, segundo ele, é evitar que se reproduza no Brasil a crise vista na Europa e nos Estados Unidos.
"O BC vai intervir, se necessário," disse Tombini.
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FONTE: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE62I0FD20100319
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18 de março de 2010
IGP-10 é o maior desde 2008, mas aponta desaceleração
SÃO PAULO (Reuters) - A inflação pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) alcançou 1,10 por cento em março, maior nível desde julho de 2008, mas já há sinais de desaceleração dos preços depois de um início de ano pressionado, apontou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.
Em fevereiro, o IGP-10 havia subido 1,08 por cento.
Segundo a FGV, os problemas climáticos, com chuva em algumas localidades e forte calor em certas regiões, impediram uma desaceleração do IGP-10.
"Os produtos agropecuários deram um pulo enquanto os industriais já começaram a ceder", disse à Reuters o economista da FGV Salomão Quadros. "A estrutura interna do índice é mais propensa para o início de uma desaceleração."
De acordo com ele, a cadeia da cana-de-açúcar, que puxou os preços de açúcar e álcool, começou a ceder.
Os preços do açúcar cristal desaceleraram de alta de 18,89 para 1,97 por cento e o aumento do refinado passou de 15,67 para 3,68 por cento. O álcool hidratado desacelerou de 11,28 para queda de 0,33 por cento.
"Saímos de um auge de elevação e entramos em um período de baixa devido ao início da safra. Ambos foram pressões muito fortes no início do ano e já apontam para quedas de preços", acrescentou o economista.
Entre os componentes do IGP-10, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve alta de 1,34 por cento ante avanço de 1,15 por cento em fevereiro.
O IPA agrícola subiu 2,79 por cento, após alta anterior de 0,08 por cento. O IPA industrial registrou acréscimo de 0,89 por cento, seguindo elevação de 1,50 por cento em fevereiro.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apurou elevação de 0,78 por cento, ante inflação de 1,09 por cento no mês anterior.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,33 por cento, após avanço de 0,55 por cento em fevereiro.
Este foi o último IGP-10 a ser divulgado com a atual metodologia. A partir de abril, os IGPs vão apresentar uma nova ponderação e não vão mais computar o impacto de mudanças de alíquotas e impostos sobre os preços dos produtos.
O objetivo da FGV é filtrar esse efeito e medir basicamente os preços ao produtor.
O economista destacou que as mudanças vão acontecer no momento em que se discute um reajuste no preço do minério de ferro. O peso do item na nova ponderação passará para 2,5 por cento, ante 1,06 por cento atualmente.
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FONTE: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE62H0O420100318?pageNumber=2&virtualBrandChannel=0
Arrecadação federal cresce 13,2% em fevereiro, diz Receita
BRASÍLIA (Reuters) - O governo federal arrecadou 53,541 bilhões de reais em impostos e contribuições em fevereiro, 13,23 por cento acima dos 47,285 bilhões de reais recolhidos no mesmo mês de 2009 em dados corrigidos pela inflação. Os dados foram divulgados pela Receita Federal do Brasil nesta quinta-feira.
No primeiro bimestre do ano, as receitas federais somaram 127,138 bilhões de reais, 13,46 por cento superior à arrecadação no mesmo período do ano passado. Os dados são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
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FONTE:http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE62H08T20100318
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